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Re: Enocntro dos fãs do Michael Jackson
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"M. Jackson parecia estar morto", diz segurança; sessão volta na 5°
28 de setembro de 2011 • 19h07 • atualizado às 20h46
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Michael Jackson parecia morto e Dr. Murray estava tentando reanimá-lo, disse segurança. Foto: AFP
"Michael Jackson parecia morto e Dr. Murray estava tentando reanimá-lo", disse segurança
Foto: AFP
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Quarta testemunha a depor no segundo dia do julgamento de Dr. Murray, Faheem Muhammad, chefe da segurança de Michael Jackson, disse, nesta quarta-feira (28), que o cantor parecia estar morto quando ele chegou ao quarto do astro.
"Quando cheguei no quarto, eu vi o pé de Michael Jackson no chão perto da cama. Andando mais um pouco vi seu corpo e perto dele estava Dr. Murray", disse o segurança à promotoria. "Sr. Jackson parecia morto, com a boca e os olhos abertos, e Dr. Murray estava tentando reanimá-lo. Ele estava suando, bastante nervoso".
Muhammad também comentou que os filhos do cantor, Paris, de 13 anos, e Prince, de 14, presenciaram a cena. "Ela estava chorando no chão e ele de pé. Eu os tirei de lá junto com a babá", contou.
O segurança ainda relatou que permaneceu boa parte do tempo no quarto enquanto o resgate tentava reanimar o cantor e que levou os filhos do astro, junto com a babá e o assessor Michael Amir Williams, para o hospital.
Quem também depôs no julgamento foi o assessor pessoal de Michael Jackson, Michael Amir William. Segundo ele, o médico não o pediu para chamar o resgate quando requisitou sua ajuda.
"Ele me ligou e disse: 'onde você está? Michael Jackson teve uma má reação; venha já para cá imediatamente'", contou o assessor. "Ele não me pediu para chamar o resgate neste momento".
Segundo seu próprio depoimento, ele estava em casa e correu para a mansão do cantor. Enquanto não chegava, o assessor ligou para o segurança de Michael, que entrou na casa, subiu as escadas e encontrou o médico e o astro pop inconsciente. Foi neste momento que os bombeiros de Los Angeles foram chamados.
Michael Amir William também contou que no hospital Dr. Murray pediu para o segurança levá-lo de volta à casa do cantor, pois havia um creme "no qual Michael não queria que o mundo soubesse a respeito". Orientado por Williams, o segurança negou o pedido. "Eu não conheço as leis, mas sabia que ninguém poderia entrar na casa com tudo aquilo acontecendo", disse o assessor à promotoria.
No começo do dia, Kathy Jorrie, advogada responsável pelo contrato entre Michael Jackson e o Dr. Murray para a turnê This is It, também deu seu relato.
Ela contou que entre as exigências do médico, além de um salário de US$ 150 mil, estaria um aparelho de ressuscitação pulmonar. Murray teria dito que, por causa da idade do cantor, preferia não correr nenhum risco. Apesar disso, Kathy afirmou que o médico disse que Michael Jackson estava saudável e fazendo um ótimo trabalho.
O primeiro a depor no segundo dia de julgamento foi o produtor da turnê This Is It, Paul Galgaware, em continuação ao seu relato de terça-feira (27).
A sessão do julgamento de Dr. Murray foi suspensa esta noite e volta na quinta-feira (29), às 8h45 em Los Angeles. No horário de Brasília, o julgamento começa às 12h45.